Rotina pro bebê

Sempre ouvi falar o quanto era importante ter uma rotina pro bebê e até achava válido, mas mãe de primeira viagem que sou, muitas vezes não conseguia manter hábitos e horários por vários fatores: cansaço, falta de experiência… 

A Julia não tinha horários certinhos para as coisas e tirava poucos cochilos de pouco tempo dentro do dia! 

Quando ela começou a ficar na minha mãe para minha volta ao trabalho percebi que com a experiência dela minha mãe fez com que essa rotina mais certinha acontecesse e observei que lá a Julia ficava mais tranquila.


Então depois que pegava ela comecei a fazer tudo no mesmo horário, do mesmo modo e percebi que ela virou um reloginho pra jantar, brincar, mamar e  dormir! Tudo foi ficando mais fácil! 

Percebi também que sempre que a Julia está com sono minha mãe coloca ela no carrinho e as duas vão dar uma voltinha! Ela adormece tranquila! 


Aproveitei isso em casa nos final de semana também! 

Então fica essa dica: Crie com seu bebê uma rotina, com ações e horários parecidos todos os dias! Pra nós adultos pode ser repetitivo mas pros bebês a rotina traz conforto e segurança!

Espero poder ter ajudado vocês com essa dica! 

Julinha completou 7 meses gente!


Um beijo,

Mamãe Up 

Ps.: agradeço a minha mãe por tudo que aprendi e até hoje aprendo com ela❤️ e por cuidar tão bem da Julinha para que eu possa trabalhar! 

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Depois da licença, o trabalho! Questões que envolvem a volta da mãe ao emprego

Duas semana trabalhando já! O saldo? Não sei precisar ainda! O que turva meu coração para opinar se está sendo bom ou ruim é a saudade que sinto dela o dia todo dela!

Trabalho como propagandista na indústria farmacêutica e visito médicos levando informações sobre remédios. 

Faço um setor próximo de onde a Julia fica então tem dias que consigo ir almoçar com ela, dar a papinha e um beijo, mas como voltei no meio do ano, as atividades extras do trabalho estão “pegando fogo” no que diz respeito a ritmo de execução e eu precisei entrar e correr! 

Então nesses 15 dias almocei com meu gerente algumas vezes, com colegas para buscar me atualizar e por isso tiveram dias que só fui reencontrar a Julia as 18h! Foi duro!

Por mais que a cabeça esteja ocupada, com a correria que o trabalho exige, o coração a todo momento lembra e cobra a presença, o cheirinho, o carinho! 

O bom é que médicos e secretárias querem ver foto dela o tempo todo e eu mato as saudades e fico toda orgulhosa quando escuto um: “nossa que grande”, “ela está linda”!

Agora vamos ao nosso bate papo “maternagem real” que é o que o MamãeUp sempre propôs: 


1- É fácil voltar a trabalhar? 

Não tem uma mãe que eu conheça que tenha me dito que seria fácil! É difícil sim! Mas como tudo na vida a gente leva um tempo e se adapta! Ainda estou me adaptando! Tenho a sorte de trabalhar com algo muito dinâmico então muitas vezes o dia passa voando! 

2- E a amamentação? 

No meu caso prejudicou! Mas tenho colegas que conseguiram manter sim! 

Trabalho na rua e sem privacidade nem tempo para extrair o leite de três em três horas. Sem estímulo o corpo acostuma a produzir menos e meu leite materno está quase zerado! 😦 Na madrugada ainda consigo alimentar a Julia! 

O pediatra dela me disse algo que acalmou a culpa que teima em aparecer: “Você já fez por ela, enquanto pode, mais do que muitas mães conseguem fazer, tranquilize seu coração!”

Eu pesquisei muito sobre como armazenar leite materno, me preparei com bombas manuais e elétricas, térmicas, potinhos de vidro e tudo mais porém a realidade se mostrou mas complicada do que imaginei, inviabilizando o processo! 

A boa notícia é que a Julia já está almoçando, jantando, comendo frutas e se adaptou à fórmula infantil! 

Ainda dou o peito quando chego para buscar meu pacotinho na minha mãe! É o nosso momento e como diz a vovó: “ainda tem um aperitivo aí” ❤️

3- Ficar com o bebê em casa e deixar de trabalhar seria melhor?

Essa pergunta eu não sei responder! Nunca tive a experiência de ficar em casa! Nem solteira, sempre emendei um trabalho no outro! O que posso dizer é que conheço mães que puderam fazer essa opção e são felizes! Há também as que se arrependem! 

Acho que o caminho de cada uma é algo que vai acontecendo mediante a história e a condição financeira e psicológica da família! 

4- E o cansaço aumenta ou diminui? 


O cansaço é o grande X da questão na minha opinião! Porque trabalhar cansa! Não adianta, seja num escritório, em casa, na rua… Aquela atividade demanda energia, concentração, existe pressão e quando acaba o dia, ainda tem os cuidados com o bebê e com você! Jornada dupla, tripla! Não é moleza não! 

É isso aí pessoal! Quando a gente chega em casa é só festa! Papai também teve que se adaptar pois trabalha em Home Office  e estava acostumado com a gente bagunçando a vida dele o dia todo! 

 Devia esse post de retorno pros leitores que me escreveram incentivando, dando força e torcendo… Ainda não está tudo cicatrizado por aqui, confesso, mas o tempo cura tudo! 

Um beijo, 

Mamãe Up 

Adaptação: pra mãe ou pro bebê? 

Estamos iniciando o processo de adaptação da Julia na casa da minha mãe! Volto a trabalhar em 18/7! 

Mas quem precisa mais se adaptar? Mãe ou filho? Me peguei pensando nisso. 

Dizem que a adaptação é pro bebê mas como mãe sofre gente! Aff, eu fico uma hora longe dela e parece que não vejo minha filha faz um dia! 

Impressionante como a simbiose mãe/criança é forte né? Eu não tenho vontade de ficar longe dela, ponto final! Mas não é bem assim, existe uma vida profissional, existe ganhar o pão de cada dia e aí que chegou a hora, falta só um mês e começamos a arrumar a casa dos meus pais para receber a Julia!

Essa semana comprei bercinho portátil, carrinho, banheira e vamos à luta porque assim como eu não quero ficar longe ela também não! 

Iremos criar uma rotina para ela e minha mãe, aos poucos, dia após dia e tentar descobrir se falta algo para elas ficarem bem!

Planejo dar o peito na hora do almoço todos os dias que não tiver almoços profissionais, matar as saudades e continuar a amamentação o máximo que conseguir!

Semana que vem começarei a tarefa de estocar leite materno e ir deixando a Julia sozinha com minha mãe uma, duas, três horas para ela ir acostumando!

Já ouvi muito: “ah mas vai ficar com sua mãe, é mais fácil” então queria só lembrar que não tenho experiência em deixar na escola ou com a vó então pra mim é duro igual! Pra Julinha com toda certeza do mundo será melhor ter a vovó cuidando! 

Sinceramente? Pra mim tá muito difícil de qualquer jeito me separar dela, mas a vida tem que seguir! 

Dizem que depois que voltamos ao trabalho melhora a sensação, vamos ver!

Quem aí já passou por isso? Me conta como foi?


Um beijo, 

MamãeUp

A primeira saidinha sem o bebê a gente nunca esquece 

Essa semana resolvi dar início ao processo de adaptação da Julia com minha mãe. Quando eu voltar ao trabalho em julho ela ficará na casa da minha mãe das 7h30 às 18h! 

Sei que não será fácil nem para mim, nem para ela, afinal são quase 14 meses juntinhas (contando com a gravidez)! 

Então hoje minha mãe veio para minha casa, eu tirei leite durante a madrugada e fui! 

Fui fazer minhas sobrancelhas na Expressão do Olhar, já tinha vontade desde antes da gravidez e já conhecia o trabalho lindo do Michelly.

Eu precisava me forçar a ir e ir a um lugar que eu não pudesse voltar se desse saudades! Então já queira fazer a micropigmentação e lá fui eu! 

Coração apertado, cadeirinha do bebê vazia no retrovisor, minha cabeça a mil e eu só repetia: ela está com a minha mãe! 

Meu marido trabalha em casa então ele também estava lá caso a Julia estranhasse! Sim, ela estranha minha mãe, minha sogra, meu irmão ou qualquer um que não seja eu e o Edney! 

No meio do caminho mandei uma mensagem pro meu marido: “posso ficar perguntando como estão as coisas toda hora?” E ele disse: “pode!”:)

Cheguei lá no destino e abri a câmera do quartinho dela, silêncio! Mandei mensagem pro marido: “tudo bem aí!?” E ele: “sim sua mãe desceu pra passear de carrinho com ela”.

Foi o primeiro momento de relaxamento! Ela estava bem! Entrei pra fazer o processo e fui ao banheiro meia hora depois, quando me deparo com essa foto no meu celular: 

Ela estava dormindo, depois de tomar metade do leitinho que eu tinha deixado, agarradinha ao meu protetor de olhos com o meu cheirinho que tive a ideia de deixar com minha mãe! 

Chorei no banheiro da clínica! Ah Mamães só vocês irão me entender! 

Terminei o procedimento, adorei o resultado (e super indico @expressaodoolhar_paraiso_sp) e voltei pra casa voando! 


Cheguei aqui e lá estava ela no salão de jogos com a vovó passeando de carrinho! Quando me viu abriu um sorriso banguela, deu uma gargalhada e agarrou o peitão mamando por uns 20 minutos! 

Beijo,

Mamãe Up 

Vivendo e aprendendo: Quiropraxia na gestação, parto,pós parto e em bebês 

Há algumas semanas conheci a quiropraxia e fiquei encantada com os benefícios para nós mamães e para bebês! Sim, dona Julinha passou pelo primeiro atendimento depois de muita pesquisa da MamãeUp sobre o assunto. 

Resolvi fazer uma entrevista para que vocês conheçam um pouco dessa técnica e possam aproveitar os benefícios afinal qual mamãe não sente dores nas costas? Mas os ganhos vão bem além! 

Conversei com a dra Carla Cristhyna confiram: 

1-O que é quiropraxia? Qual a preparação para um profissional se formar quiropraxista? 

Quiropraxia é uma profissão na área da saúde que trata e previne qualquer alterações dos sistemas esquelético, muscular e nervoso proporcionando qualidade de vida dos pacientes, alívio de dores e equilíbrio.

Para ser um Quiropraxista é necessário fazer uma graduação de quiropraxia, são 5 anos.

Qual a importância da quiropraxia para a gestante? E no pós parto? 

A quiropraxia na gestação oferece bem estar para mãe e para o bebê, ajudando na hora do parto e no pós parto ajuda na recuperação mais rápida da mãe aliviando dores e ajustando o sistema músculo-esquelético. 

A sua especialização é em pediatria certo? Existe uma recomendação no dia do parto para o bebê? 

Sim, sou formada em quiropraxia pediátrica, me formei pela ICPA, instituto de quiropraxia pediátrica, na hora do parto, em outros lugares, como nos EUA, o Quiropraxista fica na sala do parto, para quando o bebê nascer já receba seu primeiro tratamento que irá ajudar na melhora do funcionamento saudável de seu sistema nervoso, principalmente. Ajuda também no melhor funcionamento do aparelho digestivo, ajudando em cólicas, por exemplo, sistema respiratório e no sistema imunológico, ajudando em inflamações como otite e até prevenindo um resfriadinho. 

Quais os benefícios da quiropraxia para a mamãe? 

As mães normalmente podem ter dores na coluna ou o bebê acaba se posicionando e machucando costelas na gestação, a quiropraxia ajuda com o alívio de dor e auxilia para que a posição do bebê na barriga da mãe fique melhor e com isso traz benefícios na hora do parto. 

No pós parto ajuda nas questões das dores recorrentes devido aos novos movimentos como carregar o bebês, dar banho, etc.

Você atendeu a Julia, conta pra gente quais os benefícios para o bebê?

Sim atendi a Julia que ficou super tranquila! Para os bebês o atendimento  vai ajudar nas cólicas e gases, também atua no sistema imunológico que vai ficar mais forte evitando doenças por vírus ou bactérias.

Os bebês atendidos costumam ficar mais ágeis e espertos, devido ao sistema nervoso fluir melhor.

Muito interessante né? O atendimento dos bebês é feito no colo dela e dos maiorzinhos no colo dos pais ou na maca.
Mãe de primeira viagem que sou não tirei foto do atendimento da Julia Rs mas pra vocês terem uma ideia:  

 
Minutos depois do atendimento! Percebi que a Julia ficou mais calma e o intestino funcionou bem melhor no dia seguinte.

Eu sinto um alívio nas costas incrível quando vou lá! Estou em meu segundo atendimento e resolvi compartilhar com vocês porque coisa boa a gente precisa dividir né?

Um beijo,

Mamãe Up 

Serviço: 

Dra. Carla Cristhyna Carlos – Quiropraxista ABQ 0288 atende na Av. Dr. Luís da Rocha Miranda, 159 – conj. 11 – Jd. Jabaquara e na Rua Dona Ana Neri, 379 casa 43 – Mooca

Clinica de Saúde Bonsai / Contato: 11 98134-0632

Formada em quiropraxia pela UAM e  Pós graduada em biomecânica da atividade física e saúde pela UGF/  Especialista em quiropraxia esportiva pela FICS/ Especialista em quiropraxia pediátrica pela ICPA

Os 3 meses de bebê e de mamãe 

Foi um piscar de olhos e já passaram 3 meses! 

Intensidade define esses 90 dias. O cansaço batendo forte, hormônios,aleitamento materno exclusivo e a vida de ponta cabeça! 

Mil motivos para agradecer de joelhos ao universo pela oportunidade de ser mãe, de cuidar da minha pequena com tudo que julgo importante, mas a condição física só permite ficar de joelhos mentalmente! O corpo implora uma massagem e grita por uma noite bem dormida!

Muitas questões passando por esse coração de mãe e mulher, pouco tempo pra elaborar e uma rotina completamente inédita na minha vida.

O corpo todo sente mas o coração se enche de amor a cada sorriso dela, os olhos quase fechados às 21h mas ninar mais 5 minutinhos não mata ninguém, vontade zero de exercitar o corpo mas a vida no dia a dia cobra a conta dos quilos extras… 

Consulta no pediatra e a alegria: peso e altura acima da média para os 3 meses! 

  

Sensação de missão cumprida que parecida com aquela chegada da corrida de 10km quando você olha para trás e não sabe como conseguiu!

A oxitocina competindo de igual pra igual com o cortisol, montanha russa emocional pior que qualquer TPM mas um sorriso banguela poderoso me leva as lágrimas quando na exaustão do dia  (só quem é mãe entende) deito na cama e fecho meus olhos até a próxima mamada! 

Vacinas, noites sem dormir, sorrisos sem dente, fraldas, dietas, exercícios depois do parto, dificuldades, amor… Muito amor! Resumo dos dias que passaram desde a chegada da Julia. 

E lá se foram 3 meses… E eu me tornei mãe! Meu maior sonho dorme tranquila nessa madrugada! Olho seu rostinho e me pergunto sempre: fui eu que fiz? Meu melhor feito.

Agora ela descobriu as mãozinhas, fica com elas perto do coração e me olha com cara de gatinho do Shrek! Ela pega o bichinho pra brincar, sustenta a cabecinha e ri! Ah como sorri gostoso o meu bebê!
Esta valendo a pena? Alguém pode perguntar… E eu respondo: cada segundo! Cada dia, cada noite, cada dor, tudo vale a pena quando você olha aquele rostinho! 

“A dor e a delícia que é” quem compôs talvez falasse de outra coisa mas eu posso dizer que encaixa exatamente na maternidade esse trecho! 

Um beijo,

Mamãe Up

Ordenha das mamas 

O bebezinho nasce e lá estamos nós mães de primeira viagem com muita informação teórica e nenhuma prática para começar a amamentação. 

O bebê de um lado não sabe mamar, a mamãe de outro não sabe amamentar e muitas vezes falta orientação sobre o assunto.

Quando a Julia nasceu, com tudo que li na gravidez me senti perdida, não sabia se o leite havia descido, se a pega na hora da mamada estava correta e pior, não sabia a quem recorrer, foi então que uma amiga me indicou uma consultoria de amamentação.

Não sabia que existia esse tipo de consultoria e com ela aprendi a colocar a Julia no colo na melhor posição para ela e para mim na hora de mamar, posicionar a boquinha para a pega correta e ordenhar o leite que estava começando a endurecer minhas mamas. 

Não consegui entrevistar a Dani (a consultora que me ajudou) mas conversei com a Anna enfermeira e proprietária da Momy  Assessoria  para sabermos um pouco mais sobre o assunto: 

1-Qual a importância da ordenha no aleitamento materno? Quais tipos de problemas são evitados com a prática?

 A ordenha das mamas é uma grande aliada do aleitamento materno durante toda a amamentação, mas em especial logo após o parto e no retorno ao trabalho. A função da ordenha é substituir a sucção do bebê com consequente estimulação das mamas e esvaziamento das mesmas. A retirada do leite através da bomba ou por ordenha manual evita problemas causados pelo acúmulo de leite como o ingurgitamento mamário e a mastite.

Além de estimular a produção de leite, pois quando as mamas permanecem cheias a produção reduz ou cessa já que o organismo entende que não há nenhum bebê mamando e então não precisa produzir.

2- Anna, sabemos que muitas mulheres tem medo quando chega a hora de voltar ao trabalho e prejudicar o aleitamento materno. A ordenha garante à mulher que retorna suas atividades profissionais a continuidade da amamentação?  

Para a mulher que retorna ao trabalho e deseja continuar  com a amamentação a ordenha é fundamental. Ela permite grandes possibilidades da continuidade do aleitamento mas alguns cuidados precisam ser seguidos, como a ordenha frequente das mamas para que a produção não reduza.

3- Qual a dica que você dá as mamães de primeira viagem que estão começando a ordenha? 

Informem-se sobre as maneiras de ordenha, como realizar a ordenha manual, se optarem pela bomba extratora qual modelo se adapta às suas necessidades e os cuidados a serem tomando durante a sua utilização. A realização da ordenha permite que a amamentação prossiga sem grandes problemas, tanto pela estimulação das mamas a produzir mais leite como pela prevenção de complicações.

Minha experiência de mãe para compartilhar com vocês é:  
-Antes de voltar ao trabalho vou fazer uma consulta com a Anna e me informar de todas as possibilidades para continuar o aleitamento materno.

– Durante minha licença eu usei uma bomba de amamentação muito boa que comprei por indicação de uma amiga pois com a ordenha manual não conseguia aliviar os seios já muito cheios.

Para mim funcionou muito bem essa bomba manual da Lansinoh. Só deixando claro que não tenho nenhuma parceria comercial com a marca.

Essa bomba não é machucou os bicos dos seios e em comparação com a bomba convencional consegui retirar muito mais leite com menor número de bombadas. 

Quando a Julia completou 2 meses tive uma crise renal e não queria levar minha filha ao hospital comigo, então tirei o leite com a bombinha e deixei uma mamadeira para minha mãe que ficou com a baby no carro enquanto eu era atendida. 

Quem amamenta em livre demanda sabe o desespero que dá nessas situações e dentro da minha inexperiência consegui resolver dessa maneira. 

– Eu utilizo só nessas situações emergenciais mas quando voltar ao trabalho pretendo continuar amamentando e quero que a Julia possa contar com meu leite durante o dia, por isso também investi nessa bomba mais moderna. 

Trabalho na rua, externa o dia todo, portando uma bomba elétrica não me atenderia a necessidade.

Compartilho com vocês essas informações que, para muitas mamães pode ser o dia a dia, mas que para quem está na primeira vez pode ser valioso. 

A sensação de voltar ao trabalho e ter o leite materno secando deve ser frustrante e assusta muitas mulheres, por isso espero ter ajudado vocês com essas informações! 

Agradeço a Anna, pelo seu tempo e pela forma gentil como atendeu ao Mamãe Up e deixo ali em baixo os contatos dela para as mamães que precisarem! 

Um beijo,

Mamãe Up

Serviço:  

Anna Carolina Polato Yanagiura Gomes

Proprietária da Momy Assessoria para gestantes e recém mães.Enfermeira formada pela Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo e especialista em neonatologia pelo Centro Universitário São Camilo São Paulo.

www.momyassessoria.com.br

Email: contato@momyassessoria.com.br

WhatsApp: (14)9.9801.5897

Instagram: @momyassessoria