Adaptação: pra mãe ou pro bebê? 

Estamos iniciando o processo de adaptação da Julia na casa da minha mãe! Volto a trabalhar em 18/7! 

Mas quem precisa mais se adaptar? Mãe ou filho? Me peguei pensando nisso. 

Dizem que a adaptação é pro bebê mas como mãe sofre gente! Aff, eu fico uma hora longe dela e parece que não vejo minha filha faz um dia! 

Impressionante como a simbiose mãe/criança é forte né? Eu não tenho vontade de ficar longe dela, ponto final! Mas não é bem assim, existe uma vida profissional, existe ganhar o pão de cada dia e aí que chegou a hora, falta só um mês e começamos a arrumar a casa dos meus pais para receber a Julia!

Essa semana comprei bercinho portátil, carrinho, banheira e vamos à luta porque assim como eu não quero ficar longe ela também não! 

Iremos criar uma rotina para ela e minha mãe, aos poucos, dia após dia e tentar descobrir se falta algo para elas ficarem bem!

Planejo dar o peito na hora do almoço todos os dias que não tiver almoços profissionais, matar as saudades e continuar a amamentação o máximo que conseguir!

Semana que vem começarei a tarefa de estocar leite materno e ir deixando a Julia sozinha com minha mãe uma, duas, três horas para ela ir acostumando!

Já ouvi muito: “ah mas vai ficar com sua mãe, é mais fácil” então queria só lembrar que não tenho experiência em deixar na escola ou com a vó então pra mim é duro igual! Pra Julinha com toda certeza do mundo será melhor ter a vovó cuidando! 

Sinceramente? Pra mim tá muito difícil de qualquer jeito me separar dela, mas a vida tem que seguir! 

Dizem que depois que voltamos ao trabalho melhora a sensação, vamos ver!

Quem aí já passou por isso? Me conta como foi?


Um beijo, 

MamãeUp

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4 comentários sobre “Adaptação: pra mãe ou pro bebê? 

  1. Ca, eu voltei no mês passado… Porém fiz um acordo cm a empresa e já estou saindo… Não aguentei … Espero voltar ao trabalho só depois que a Laura aprender a falar… Não penso em ter outros filhos, então pretendo acompanhar de pertinho os primeiros passos da Laura … Alguns dizem que eu sou louca… Outros dizem que estou correta… Ainda não sei bem … Rsrs mas sei que com certeza será muito gratificante .. Beijos!!

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  2. Com a vovó ou no berçário, o coração aperta mesmo. Tive duas experiências distintas. Com a minha primeira filha, por fazer pouco tempo que eu tinha ido morar no Rio de Janeiro e não conhecer quase ninguém, eu não trabalhava e fiquei somente com a minha filha. 13 anos depois, fiz uma reviravolta na vida e, morando em Recife, tive a minha segunda filha. Trabalhava, e após apenas quatro meses, era hora de deixar no berçário. Dói, dói muito, quase penso em desistir, mas o marido me deu muita força pra eu não sucumbir. No início é muito dolorido, o pensamento não sai do filho(a) mas o tempo vai acalmando o coração. Isso é Deus agindo pra continuarmos buscando outras realizações que vão além da maternidade, não deixando o papel de provedor somente pro marido, mantendo a nossa independência financeira e, além de tudo, dando aos nossos(as) filhos(as) o exemplo de que com amor, paciência e uma dose enorme de determinação, tudo se vai ajeitando da melhor forma. É onde o mais importante passa a ser a qualidade do tempo que temos com eles e não mais a quantidade. Desejo que sua volta ao trabalho seja para vocês duas o mais tranquilo possível. Fácil não é (aliás, o que é que é fácil na vida da mãe, hein?!), mas ela vai estar muito bem cuidada com toda certeza do mundo. Beijão, Ca!!!

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