O tipo de parto é uma escolha?

Quando engravidei tinha poucas informações sobre os tipos de partos, sabia o básico: existe parto normal e cesariana.

É impressionante como quando a barriga começa a crescer as histórias mitológicas sobre partos extremamente difíceis ou muito fáceis vêm junto, as pessoas parecem que sentem um certo prazer oculto em compartilhar com a grávida a experiência no dia D.

Só que nem sempre as informações são benéficas e esclarecedoras, elas vêm carregadas de sentimentos e impressões que muitas vezes deixam a gestante com falsas sensações e expectativas, por isso eu resolvi pesquisar e trazer este post para as futuras mamães pensarem um tiquinho a respeito.

TiposdeParto

Existem segundo a OMS (Organização Mundial de Saúde) existem alguns tipos de parto, vamos um a um:

PARTO CESÁREO OU CESARIANA

Esse tipo de parto é cirúrgico e deve haver motivo clínico para a realização deste como: desproporção do tamanho do bebê em relação à pelve, infecção herpética ativa, gestantes diabéticas, posição do bebê invertida e difícil ou ainda se o trabalho de parto não estiver progredindo normalmente.

Quando a cesárea é “escolhida” a mamãe deixa de ser uma parturiente para ser uma paciente cirúrgica. Os cuidados com assepsia são maiores se tratar de uma cirurgia de grande porte, os riscos são maiores.

Segundo a Dra Carla Gimenes, obstetra: “As indicações de cesariana têm que levar em conta a avaliação do que é melhor para o binômio (mãe-feto).
Condições fetais: Apresentação pélvica, apresentação de face, situação transversa, sofrimento fetal agudo, macrossomia (fetos acima de 4kg), placenta prévia, descolamento prematuro de placenta com feto vivo, procidência de cordão, malformações congênitas
Condições maternas: condiloma acuminado gigante, iteratividade (2 ou mais cesáreas anteriores), infecção pelo HIV, doenças cardiovasculares, doenças pulmonares, colestase gestacional, presença de tumores anexiais.”

A mamãe recebe a anestesia peridural e por isso não sentirá dor alguma. É colocada uma tela na região do seu tórax para melhor assepsia e a mamãe não acompanha o parto.

O médico corta sete camadas até chegar ao útero por uma incisão de 10 centímetros feita acima dos pelos púbicos. Ao alcançar o bebê, o médico irá tirá-lo suavemente. A equipe removerá a placenta e a examinará e o corte será fechado com pontos.

A recuperação da mamãe é normalmente mais lenta do que em qualquer outro tipo de parto. Ela pode sentir dores no pós-cirúrgicos.

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PARTO NORMAL

No parto normal ou vaginal o corpo da mulher foi preparado para isso pela natureza humana, há menor chance de hematomas ou infecções, menor risco de complicações para a mãe e menor chance de dor pélvica crônica.

Não é sinônimo de fortes dores, há técnicas hoje que as aliviam. Quando a mamãe chega ao hospital, vários procedimentos de rotina são realizados, como aferição de temperatura, pressão arterial e frequência cardíaca.

Durante as contrações, o médico avalia a dilatação do colo do útero. Se as dores forem intensas, normalmente é aplicada uma anestesia peridural.

Quando o colo do útero estiver dilatado por completo e as contrações tornarem-se muito fortes, as paredes do útero farão pressão sobre o bebê e, em conjunto com o esforço da mãe, impulsionarão a criança para fora.

Após o alívio da expulsão do bebê, há a saída da placenta onde o útero se contrai mais uma vez para expulsá-la.

Indução do parto – Se a gestação já passar de 40 semanas, se há incompatibilidade de fator Rh, em que a continuidade da gestação expõe a criança aos anticorpos, à diabetes, ao sofrimento da passagem mal-sucedida, ou quando acontece o rompimento prematuro da bolsa d’água, a indução do parto deve ser tentada.

A indução consiste em acelerar o trabalho de parto e pode ser feito através do rompimento precoce da bolsa ou com medicamentos.

Conheça-os-diferentes-tipos-de-partos

Dores do parto

Esse é o principal motivo que leva muitas mulheres a não optarem pelo parto normal, principalmente porque ela recebe informações como: “a pior dor é a dor do parto” ou “é a dor da morte”, mas vários estudos já demostraram que isso não é verdade. A dor é relativa à cada indivíduo, ou seja, o que é uma dor muito forte para uma pessoa não é para outra.

Procure na internet e verá vários casos de mães que tiveram seus filhos a caminho de hospital, dentro de carros, aviões, helicópteros de resgate, em casa e em muitos casos sem ajuda de ninguém. Sabe por que? Porque o parto é algo natural do ser-humano, assim como amamentar.

Pode não ser fácil, mas é o modo que o corpo tem de mais natural para trazer o bebê ao mundo!

PARTO NATURAL

Não se trata de uma posição específica, ele pode ocorrer na água, de cócoras, na cama ou como a gestante se sentir mais confortável, pode ser em qualquer posição desde que a mãe não receba qualquer intervenção como anestesia, fórceps, indução, episiotomia (corte na região vaginal), manobras na barriga, etc., ou seja, a mãe é apenas observada durante a evolução do trabalho de parto. O médico está ali apenas para um caso de emergência.

O ritmo e o tempo da mulher e do bebê são respeitados e a mulher tem liberdade para se movimentar e fazer aquilo que seu corpo lhe pede. A recuperação, segundo os apoiadores é mais rápida.

Para o alívio das dores, é importante a mãe aprender no seu curso de gestantes técnicas de respiração e relaxamento e sentir-se segura do que quer.

A presença de uma doula também é recomendada. Conversei com a Raquel Xavier que me contou um pouco sobre sua função: “ Doula é aquela que dá apoio físico, psicológico e emocional para gestante em seu trabalho de parto. Prepara a mulher para esse momento tão importante em sua vida. Geralmente acompanhamos as gestantes do meio para o final da gravidez e algumas vezes depois que o bebê nasceu (as chamadas Doulas pós parto)”

Na opinião da doula Raquel “o parto respeitoso ainda está distante da maioria da população. A criação dos planos de parto veio como uma esperança, mas infelizmente os únicos profissionais que acatam os planos de parto são os profissionais que já o fazem sem nenhum papel escrito, assinado. Fora isso, as únicas instituições que acatam o plano de parto são alguns hospitais públicos já com essa identidade (como em São Paulo o Amparo Maternal) e alguns hospitais particulares onde se lê placas: AQUI APOIAMOS O PARTO ADEQUADO. E mesmo assim, se a gestante não tiver um acompanhante centrado ou uma Doula, esses direito, MESMO ESCRITOS E ASSINADOS, não serão respeitados porque infelizmente o plano de parto não tem um valor legal.”

Plano de parto para quem não conhece é um documento no qual a gestante expõe suas necessidades e vontades na hora do pré, parto e pós.

Perguntei à doutora Carla Gimenes, ginecologia obstetra qual a opinião dela como profissional atuante sobre os partos no Brasil: “Atualmente acredito que o partos no Brasil dependem muito do profissional que está atuando, mas a grande maioria sempre está fazendo o melhor para a gestante e para o bebê! É de extrema importância a relação médico-paciente! Isso faz a diferença, o respeito pela vontade da paciente em relação ao tipo de parto dentro das possibilidades existentes em cada caso para que se evite complicações perinatais”.

Nisso tenho que concordar com a Dra Carla, desde o inicio do meu pré natal tenho total liberdade de expressar meus medos e inseguranças, o que vai diminuindo a ansiedade e aumentando a confiança médico-paciente.

Então respondendo à pergunta do nossa tema de hoje, o tipo de parto é sim uma escolha, feita com base na avaliação do obstetra que acompanha o pré-natal e da grávida!

E você, qual sua história de parto? Se está gravidinha já conversou com seu obstetra para saber qual parto pretendem ter?

Conta pra mim?

Um beijo,

Mamãe Up

Colaboradores do post

http://guiadobebe.uol.com.br

Raquel Xavier
Doula – formada pelo GAMA-Tel: (11) 95123-7258
www.facebook.com/raquelxavierdoula

Dra Carla Gimenes
Ginecologista Obstetra
http://www.dracarlagimenes.com.br

Um pouco da história 

Quem começa a acompanhar o blog sendo familiar, conhecido, amigo ou seguidor pode não conhecer a história da Mamãe Up, vou contar nesse post como nasceu o sonho de ser mãe.

Aos quinze anos comecei a ter alguns sonhos onde uma menininha de pele clarinha, olhos esverdeados e cabelo preto me dizia com um sorriso lindo: “Mamãe eu estou te esperando”, naquele tempo eu achava bonitinho e ponto.

Com o passar dos anos esses sonhos foram se repetindo de formas variadas: Estava grávida num deles, amamentando em outro, ajudando a dar os primeiros passos até que um dia a menininha dizia: “Eu vou chamar Julia”. Era natural para mim então, dizer por aí que eu sabia que teria uma filha chamada Julia, um dia!(quem convive comigo desde aquela época sabe disso)

Vida que segue e a Mamãe Up aqui conhece um sujeito que tinha sido casado por anos, sem filhos e que dizia querer viver a vida tomando cerveja, dançando, viajando e trabalhando o menos possível para não atrapalhar essas atividades descritas em primeiro, apenas viabiliza-las. Eu que saia de um relacionamento triste e conturbado a pouco achei aquilo genial e resolvi ficar e ver no que dava, afinal alguém que queria fazer as três coisas que mais adoro na vida não poderia me fazer mal.

Só que um belo dia o senhorito em questão me pergunta: Você quer ter filhos? Estavamos nos apaixonando, aquela fase inicial do romance na qual você quer que cada resposta seja exata para não ter de ir embora, mas respirei fundo e disse a verdade: “É o maior sonho da minha vida e ela se chamará Julia”. Quase matei do coração o pai da Julia, pois além do sonho ser compartilhado o nome de escolha era igual! (acreditem se quiser). Eu, intimamente acreditava que por ele ter tido um casamento longo e sem filhos não queria ser pai, mas era ao exatamente o contrário!

Começou ali uma história de amor, verdade e sinceridade que dura até hoje e em Abril deste ano, descobrimos que esperavamos um bebê. A ansiedade e o amor tomaram conta da vida e quando soubemos que era uma menina ( eu já sabia mas tinha medo de admitir) parecia gol do Brasil aqui em casa!

Estou gravida de 8 meses agora, da dona Julia.

O inico da gestação foi dificil, tive descolamento de placenta e o medo de perder a Julia no inicio fez com que toda aquela felicidade inicial desse lugar a incerteza. Depois uma crise renal fortissíma, seguida de enjoos homéricos, fazia minha euforia de estar vivendo um sonho ficar ali, abafadinha dentro do coração. Ganho de peso fora do normal, até que a curva glicêmica bateu próximo do Diabetes Gestacional e o susto fez com que uma dieta rígida fosse seguida!

A partir daí, equilibrei meu organismo e pude curtir o lado bom de estar grávida: Os presentes começaram a chegar, a barriga a crescer, a emoção, os ultrassons, o chá de bebê, a preparação da mala para a maternidade e agora estou me preparando para fazer o ensaio de gestante! 🙂

Compartilho com vocês a foto do último ultrassom que ficou gravada no meu coração:

A alegria e a emoção que envolvem este momento só me fazem ter vontade de uma coisa:AGRADECER!

Além de compartilhar, aqui e com todos que me cercam a realização de um sonho, ser MÃE!

Um beijo,

Mamãe Up

Mala do bebê e da mamãe para maternidade! 


Essa semana passei pelo momento que todas as grávidas viviam me descrevendo como mágico e eu só imaginando: arrumar as malas para maternidade!

É um processo gente, comprar tudo com muito carinho, imaginar aquela carinha de joelho usando as primeiras peças e o sonho que estava no futuro vem para o presente.

Lavar cada peça com sabão especial que enche a casa com o cheirinho do bebê e separar dia a dia o que seu bebê irá usar nos primeiros momentos, realmente é mágico!

Mas o que a mamãe Up quer com esse post só dividir a emoção? Poderia ser, só que não! Quero ajudar muitas mamães de primeira viagem que assim como eu, estavam meio perdidas no que precisariam levar no dia especial, vamos lá ?

Mala do bebê 

Primeiro dia

Macacão

Body

Mijão

Luva ( porque eles nascem com as unhas grandes e não podemos cortar nos 15 primeiros dias então mesmo no calor precisam delas para se proteger das unhadas! )

Touca

Fraldinha de boca

Fralda descartável RN

Creme para assaduras

Segundo terceiro quarto e quinto dia todo igualzinho acima 

Saída da maternidade 

Aquela roupinha especial escolhida a dedo

Sapatinho

Body

Mijão

Manta ( mesmo no calor, pequenininhos têm frio)

Chupeta (caso queira)

Aí eu fiz no computador papéis identificando qual dia cada roupinha deve ser usada e coloquei em saquinhos de roupas sensíveis para máquina de lavar  sabe? Aqueles com zíper! Assim depois posso utilizar!

 

Mala da mamãe 

Três camisolas / pijamas

Absorvente pós parto

Produtos de higiene/ banho

Chinelo de borracha pro banho

Chinelo Fofinho ( pros pés inchados)

Concha / absorvente para mama

Três sutiãs de amamentação

Cinco calcinhas de cintura alta

Cinta

Vestido ou roupa confortável pra saída

Roupas pro marido/ acompanhante para três dias

Lembrancinhas (caso tenha)

Porta da maternidade (caso queira)

Penhoar / roupão

Documentos

Exames feitos durante a gestação

Carregadores de celular / câmeras
Com esse check list em mãos, faça as malas com calma e de preferência quando entrar no 7 mês porque se seu bebê for apressadinho você se resguarda da correria de ter que fazer tudo às pressas e curte com calma esse momento delicioso! 🙂

Beijos,

Mamãe Up

Gravidez e o diabetes gestacional 

O começo da minha gravidez foi uma festa que envolvia enjoos e vontades. Eu comia o que apetecia quando as náuseas não vinham com tudo! Resultado? Engordei nos 5 primeiros meses 12 quilos.

Desde que sou adolescente tive que cuidar da alimentação, se não engordava mesmo! Não foi diferente na gestação, mas sempre tem aquela vozinha que diz: “ah você está grávida então come”!

Pois aí veio o susto para me acordar : o exame da curva glicêmica que apontou para uma glicemia alta, quase um diabetes gestacional.

Consultei a nutricionista e cunhada Edvânia Soares de Souza que, na época me prescreveu uma dieta e dela não saí mais!

O medo foi meu motivador, mas não precisa ser assim com você!
Tudo o que estiver aqui escrito foi pesquisado ou sentido com muito cuidado então vamos lá!

O que é o Diabetes Gestacional? 

O diabetes gestacional é um problema que surge durante a gravidez. A mulher fica com uma quantidade maior que o normal de açúcar no sangue. É uma condição que quase sempre se normaliza sozinha depois que o bebê nasce ao contrário de outros tipos de diabete, que duram a vida inteira. O  diabetes aparece quando o corpo não consegue fabricar a insulina, um hormônio produzido pelo pâncreas em quantidade suficiente. A insulina controla a quantidade de açúcar disponível no sangue, para ser usado como fonte de energia, e permite que o excesso de açúcar seja armazenado.

Seu corpo precisa produzir insulina extra para atender às necessidades do bebê, principalmente da metade da gravidez em diante. Se seu corpo não conseguir fazer isso, você pode ficar com diabete gestacional. Seu nível de açúcar no sangue também pode subir devido às mudanças hormonais da gravidez, que interferem na ação da insulina.

O que é proibido?

Conversei com a Edvânia e perguntei sobre alimentação no diabetes gestacional e olha que legal o texto que ela escreveu aqui para o mamãe Up :

“Durante a gravidez é comum a mulher ter desejos alimentares, porém, devemos nos atentar a eles. Inofensivo na mente mas muito perigoso para o bebê e para a mãe.

A diabetes gestacional é um desequilíbrio das taxas de glicemia que pode surgir durante a gravidez, mas que, na maioria dos casos, se normaliza após o parto.

Dietas restritas na gravidez não são recomendadas, sendo a terapia nutricional um importante aliado, lembrando que mulheres obesas estão mais propensas a desenvolverem a diabetes gestacional, porém pode acometer qualquer mulher.

A alimentação deve ser diversificada, sendo composta por frutas, verduras, legumes e cereais integrais. Além de se fracionar as refeições ao longo do dia, diminuindo as chances de hipoglicemia. Evitando sempre que possível, alimentos ricos em açúcares, preparados congelados industrializados.

Para as mamães que sentem desejos por doces, a dica é uma banana amassada e assada com cacau em pó salpicado por cima, como também o mousse de abacate com cacau.

Lembrando que se torna necessário o acompanhamento nutricional nesta fase, enfatizando uma dieta individualizada ás necessidades e evolução da paciente.”

Pra ler e refletir! Então vamos lá, primeiro passo: Dieta! Sim é chato mas posso falar? Eu era contra! Mesmo sempre me cuidando em outros momentos da vida sentia que na gravidez privação era tipo um pecado! E não gente, precisamos de regras pra comer na gestação por dois motivos simples: traz bem-estar e faz bem pro bebê/mamys!

Depois que comecei a dieta parei de engordar e comecei a me sentir mais disposta! Sim, disposta!

Riscos, Sinais e Sintomas

Falei também com a doutora Carla Gimenes, ginecologista obstetra especialista em endocrino e menopausa que me respondeu às seguintes questões:

Quais os Riscos para o bebê e a mamãe no diabetes gestacional ?

A diabetes gestacional sem controle está associado a maior risco de anomalias fetais. Para a gestante há riscos de doenças renais, aumenta o risco de pré-eclâmpsia.Para o feto há um risco de macrossomia (peso fetal maior q 4000g, aumento das dimensōes do tronco e ombros com aumento do risco de distócia de ombro no parto, aumento do risco de aborto espontâneo e morte fetal e polidrâmnio (aumento da quantidade de liquido amniótico.

Quais os sinais e sintomas?

Geralmente não tem sintomas. É diagnosticada no exame de sangue(glicemia e teste de tolerância à glicose solicitados no pré-natal. O ganho de peso excessivo durante a gestação pode ser um sinal.

Receita

Pra finalizar vou compartilhar a receitinha saudável passada pela Edvânia, nossa nutri de plantão :

MOUSSE DE ABACATE COM CACAU
Ingredientes
– 1 abacate maduro
– 2 colheres (sopa) de cacau em pó
Modo de preparo
Colocar todos os ingredientes em um mixer ou liquidificador e bater até virar uma massa homogênea. Coloque em um recipiente e deixe gelar por 2 horas na geladeira.

Cuidem-se meninas, sempre, mas durante a gestação cuidem com carinho da alimentação!

Espero ter ajudado!

Um beijo,
Mamãe Up

Fontes de pesquisa :

Baby Center – site especializado no assunto que conta com diversos profissionais da área

Sociedade Brasileira de Diabetes

Dra Carla Gimenes – Ginecologista Obstetra

http://www.dracarlagimenes.com.br

Edvânia Soares de Souza – Nutricionista

http://www.estimanutricao.com.br

Como a ideia nasceu?

Meu nome é Camila e estou grávida de 7 meses (27 semanas) da Julia. Criei o blog para compartilhar o restante da gestação e tudo o que aconteceu até aqui, falar sobre o desenvolvimento infantil, entrevistar profissionais das áreas envolvidas, enfim, viver a maternidade e a paixão pela escrita paralelamente e quem sabe poder ajudar alguém que assim como eu, começa a aventura de ser mamãe.

O nome do blog foi escolhido com base no que eu quero para a maternidade (e só o tempo irá dizer se conseguirei)! Ser uma mãe presente, informada, antenada e que toca sua carreira e seus cuidados diários consigo mesma.

O mamãe Up nasceu assim de um sonho antigo e vindo de dois amores: maternidade e escrita, contamos também com a “ajuda” do papai Up que me deu o domínio de presente de natal (já)  ❤ 

Vou contar um pouco da minha história: sou formada em jornalismo desde 2008 mas segui pelo caminho do marketing digital a princípio, trabalhava quando recem formada na indústria farmacêutica e o marketing me absorveu na criação de redes sociais institucionais e jornal interno. 

Passei por uma grande reviravolta na minha vida pessoal e profissional em 2013 e fui para propaganda médica na própria indústria farmacêutica, um trabalho mais dinâmico e alegre, pois antes passava 12 horas dentro de um escritório! 😦 

A vontade de escrever sempre ali, cutucando as ideias. Com a mudança profissional veio a proximidade e amizade com  diversos profissionais da saúde entre médicos, farmacêuticos, nutricionistas etc e é com eles que a mamãe Up aqui vai conversar! 😉

Não será um blog exclusivamente de entrevistas, terão desabafos, compartilhamento  de experiências,reflexões, mamães convidadas para falar, papai Up de vez em quando, enfim , espero que gostem! 

Um beijo, 

Mamãe Up 

(Tava louca pra assinar o post assim)